Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Página inicial > Biomas > Mata Atlântica > Publicações do projeto Mata Atlântica
Início do conteúdo da página

Publicações do projeto Mata Atlântica

Curso de Educação à Distância em Adaptação baseada em Ecossistemas frente à Mudança do Clima

O curso de educação à distância em Adaptação baseada em Ecossistemas frente à Mudança do Clima visa a formar profissionais para que possam integrar a mudança do clima e medidas de adaptação baseada em ecossistemas em instrumentos de planejamento e ordenamento territorial, e políticas públicas. Para isso, o projeto Mata Atlântica desenvolveu conteúdos, videoaulas e atividades divididas em nove módulos, para que os participantes possam conhecer conceitos importantes sobre mudança do clima e AbE de forma prática e intuitiva, e aprender os passos necessários para considerá-los em seus trabalhos. 

Disponível em: https://ead.mma.gov.br/

Ecossistemas: A Chave para nos Adaptarmos a um Clima em Transformação

Durante as capacitações e ações de sensibilização e comunicação sobre mudança do clima e AbE promovidas pelo projeto Mata Atlântica, notou-se a necessidade da criação de ferramentas visuais. Por isso, o projeto Mata Atlântica produziu um vídeo de aproximadamente nove minutos que aborda conceitos importantes relacionados à mudança do clima, adaptação e AbE de forma descomplicada. Além disso, apresenta o Ciclo AbE e seus seis passos como forma de integrar a mudança do clima e medidas AbE em políticas públicas e instrumentos de planejamento e ordenamento territorial, e agrega-se aos conteúdos desenvolvidos nesta temática pelo projeto.

Assista aqui

Cartazes sobre a Inserção da Adaptação à Mudança do Clima baseada em Ecossistemas no Planejamento

ração da mudança do clima e de medidas AbE em políticas públicas e instrumentos de planejamento e ordenamento territorial pode ser realizada usando os passos do Ciclo AbE. Assim, o projeto Mata Atlântica elaborou sete cartazes para apoiar reuniões ou oficinas participativas, com base nos conteúdos das capacitações em AbE realizadas. O primeiro cartaz traz uma visão geral dos passos do Ciclo AbE, que são detalhados separadamente em cada um dos cartazes seguintes. Dessa maneira, todos os participantes de processos de elaboração ou revisão de instrumentos de planejamento, de ordenamento territorial e de políticas públicas podem acompanhar e contribuir para inserção de medidas AbE.

Veja aqui

Impactos da Mudança do Clima na Mata Atlântica

Esta publicação apresenta todo o trabalho realizado para a geração de dados de impactos da mudança do clima na Mata Atlântica, com o objetivo de subsidiar o planejamento de medidas AbE. Foram usados 2 modelos climáticos (Eta HadGEM2-ES; Eta MIROC5), 2 cenários (RCP 4.5 ou otimista; RCP 8.5 ou pessimista), 4 períodos de análise (1961-2005 ou linha de base; 2011-2040; 2041-2070; 2071 -2100), e 2 estações do ano (dezembro-janeiro-fevereiro ou verão; junho-julho-agosto ou inverno), para a análise de 7 impactos potenciais abrangendo  inundação,  erosão hídrica, deslizamento, disponibilidade de água no solo, zoneamento agroclimático, ocorrência de fitofisionomia e distribuição da dengue na Mata Atlântica.

Veja aqui

Impactos da Mudança do Clima na Mata Atlântica: Sumário para Tomadores de Decisão
 
Este sumário do estudo de impactos da mudança do clima na Mata Atlântica foi desenvolvido para tomadores de decisão, com foco nos principais resultados obtidos. Por isso, é organizado por região da Mata Atlântica (Nordeste; Centro-Oeste; Sudeste; Sul), e mostra os resultados para 2040, o intervalo mais relevante para a definição de estratégias de adaptação de curto e médio prazos nos níveis local e municipal, e para o planejamento e execução de medidas AbE. Os impactos mais significativos são abordados para todas as regiões, outros apenas as regiões onde eles são relevantes. Para mais informações, consulte o relatório completo.

Veja aqui


Banco de Dados dos Impactos da Mudança do Clima na Mata Atlântica

O estudo de Impactos da Mudança do Clima na Mata Atlântica gerou 260 mapas de parâmetros climáticos, 104 de extremos climáticos, e 384 mapas de impactos biofísicos potenciais, todos para a Mata Atlântica. Os 748 mapas foram agrupados em 114 arquivos, buscando melhor demonstrar os resultados encontrados, para que possam subsidiar a consideração de medidas AbE em políticas públicas e instrumentos de planejamento e ordenamento territorial. Todos os dados e mapas gerados pelo estudo estão disponíveis para visualização e download no Geonetwork e i3Geo do Ministério do Meio Ambiente.

Disponível em: http://mapas.mma.gov.br/geonetworkhttp://mapas.mma.gov.br/i3geo

Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima PNA

O Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), instituído em 10 de maio de 2016 por meio da Portaria nº 150, é um instrumento elaborado pelo governo federal em colaboração com a sociedade civil, setor privado e governos estaduais que tem como objetivo promover a redução da vulnerabilidade nacional à mudança do clima. O projeto Mata Atlântica apoiou a consideração de medidas AbE em diversas estratégias setoriais que compõem esta política pública, notadamente a Estratégia de Biodiversidade e Ecossistemas, e até mesmo incluindo a AbE como um dos princípios que regem todo o PNA.

Disponível em: http://mma.gov.br/clima/adaptacao/plano-nacional-de-adaptacao

 Vol. I  - Vol. II

Roteiro para a Elaboração e Implementação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

O projeto Mata Atlântica promoveu a revisão do Roteiro para a Elaboração dos Planos Municipais da Mata Atlântica (MMA, 2013) envolvendo os principais atores que apoiam a elaboração e a implementação dos PMMA no bioma. Para isso, realizou um amplo diagnóstico sobre os PMMA e iniciativas existentes; uma avaliação crítica dos PMMA quanto ao conteúdo e as formas de apresentação das orientações para a ação de conservação e recuperação dos municípios; e, enfim, uma revisão do conteúdo e da forma de apresentação do roteiro, incluindo orientações sobre a integração da mudança do clima e AbE nos PMMA. Todas as etapas de revisão contaram com oficinas participativas de discussão.

Veja aqui

MARISCO: Manejo Adaptativo de Risco e Vulnerabilidade em Sítios de Conservação
 
A versão em português do guia MARISCO objetiva divulgar e ampliar no Brasil a utilização deste método participativo de planejar, implementar e avaliar ações voltadas para alcançar objetivos de conservação e uso sustentável da biodiversidade. O método MARISCO é baseado nos Padrões Abertos para a Prática da Conservação e utiliza uma abordagem participativa, integrando as perspectivas de risco e vulnerabilidade ao processo de planejamento da conservação e dando ênfase aos efeitos da mudança do clima.

Veja aqui

Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa – Planaveg

O Planaveg, lançado pela Portaria Interministerial nº 230, de 14 de novembro de 2017, é o principal instrumento de implementação da Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa – Proveg, instituída pelo Decreto nº 8.972, de 23 de janeiro de 2017. O Planaveg visa a ampliar e fortalecer políticas públicas, incentivos financeiros, mercados, tecnologias de recuperação, boas práticas agropecuárias e outras medidas necessárias para a recuperação da vegetação nativa, principalmente em áreas de preservação permanente - APP e reserva legal - RL, mas também em áreas degradadas com baixa produtividade agrícola, em pelo menos 12 milhões de hectares até 2030.

Disponível em: http://mma.gov.br/florestas/política-nacional-de-recuperação-da-vegetação-nativa

Potencial de Regeneração Natural da Vegetação no Brasil

Esta publicação apresenta os resultados do estudo desenvolvido em parceria com o World Resource Institute – WRI Brasil para estimar o potencial de regeneração natural da vegetação nativa nos biomas brasileiros. Esse estudo foi realizado a partir de dados de sensoriamento remoto e análises espaciais sobre a estrutura e as características das paisagens de cada bioma, interpretados por um grupo de diversos especialistas nos diferentes biomas. Esses resultados podem subsidiar ações de planejamento e a implementação de políticas públicas federais e estaduais voltadas para a recuperação da vegetação nativa em larga escala, minimizando os custos e maximizando os esforços e as chances de sucesso das ações de recuperação.

Veja aqui

Índice de Prioridade de Restauração Florestal para Segurança Hídrica: Uma Aplicação para as Regiões Metropolitanas da Mata Atlântica
Esta publicação apresenta os resultados do estudo desenvolvido em parceria com o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica – Pacto, de identificação de microbacias e mananciais que requerem prioritariamente atividades de restauração florestal e conservação de ecossistemas visando assegurar o abastecimento hídrico das maiores regiões metropolitanas da Mata Atlântica. Os resultados apresentados nesse documento podem orientar a otimização de recursos técnicos e financeiros disponibilizados para programas, projetos e ações públicas e privadas de conservação e recuperação da vegetação nativa, visando a segurança hídrica das regiões metropolitanas analisadas.

Veja aqui

Guia Técnico para a Recuperação da Vegetação em Imóveis Rurais no Estado da Bahia

No contexto de implementação da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei nº 12.651/2012), a elaboração do Guia para Recuperação da Vegetação em imóveis rurais da Bahia, desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia – SEMA/BA em parceria com The Nature Conservancy – TNC Brasil e com apoio do Projeto Mata Atlântica, visa a orientar a adoção de medidas tecnicamente adequadas para a recuperação de áreas ambientalmente protegidas em propriedades rurais, especificamente Áreas de Preservação Permanente – APP e Reserva Legal - RL. O guia certamente contribuirá para o avanço das ações de restauração florestal na região e contribuirá para o aprimoramento do Programa de Regularização Ambiental - PRA do Estado da Bahia.

Veja aqui        

Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade – EPANB

A EPANB define a visão brasileira de longo prazo para viabilizar a conservação e uso sustentável da biodiversidade que, por meio do benefício para as pessoas, incluindo os serviços ecossistêmicos, sustenta e garante resiliência a sistemas sociais e econômicos. Este documento reforça o caráter participativo e colaborativo do processo de elaboração e implementação da EPANB face à adesão dos diversos setores da sociedade. O projeto Mata Atlântica apoiou a elaboração da EPANB em vários momentos, notadamente na discussão dos indicadores de monitoramento das Metas Nacionais de Biodiversidade e na integração de medidas AbE em seu plano de ação.
 
Disponível em: http://mma.gov.br/epanb  

Veja aqui

Produtos de comunicação visual do Projeto Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica

O projeto Mata Atlântica tem um objetivo superior e quatro objetivos específicos, cada um com indicadores e metas, além de atuar em uma diversa gama de temas junto a diferentes parceiros dos setores público, da sociedade civil organizada e da academia, nos níveis federal, estadual e local, em toda a Mata Atlântica e regiões específicas de atuação. Em execução há cinco anos, o projeto tem resultados, experiências, lições aprendidas e mensagens a serem comunicadas e por isso preparou produtos de comunicação visual para auxiliar nesta divulgação, que podem ser replicados por toda a sociedade brasileira, com o devido crédito autoral. 

Projeto Biodiversidade e Mudancas Climaticas na Mata Atlantica Experiencias e Aprendizados- Parte I


Projeto Biodiversidade e Mudancas Climaticas na Mata Atlantica Experiencias e Aprendizados - Parte II

Parceiros envolvidos nas publicações do projeto

also   Ambiental consulting   Conservacao    inema 

 Instituto Federal instituto neorotropical    ipea   Lerf   Mosaico 

 pacto   PNUD   TheNature   unespar   wa carbon   wri brasil

 

Fim do conteúdo da página